domingo, 31 de janeiro de 2010

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

sábado, 23 de janeiro de 2010

cat..powerr!!!

conclusao

apa..quê???

que o estonteantemente esternemecimento está nos olhos de quem vê :)

depois ele preferiu ir para casa estudar, e eu...


deiexi o carro e fui de metro à rua Almada a uma sessoa d eLOMOGRAFIA...acabei por comprar a maquina fotogarfica que tinha tido aos...12 anos! uma Diana! ..estou agora em casa deliciado..!!
viva o antidigital!
biba o polbo!
viva la revolucione deles oprimidos!
Inda vou dar noticias destas fotos!
I promise...

bem depois? fui almoçar com


o Simao à Nanda... umas milharas de pescada deliciosas e em muito boa companhia...

boa posiçao... (antes do relatorio)

hoje fui ao Porto:


10 da manha encontro escola do viso:gente interessante.Vamos fazer trabalhos!
( a descriçao do dia segue dps do jantar..)

Voos baratos para Lamego, Portugal

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

domingo, 17 de janeiro de 2010

o amor é cego?


http://www.caetanoveloso.com.br/sec_discogra_view.php?language=pt_BR&id=26

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O pintor Paul Gauguin amou a luz da Baía de Guanabara
O compositor Cole Porter adorou as luzes na noite dela
A Baía de Guanabara
O antropólogo Claude Lévi-Strauss detestou a Baía de Guanabara
Pareceu-lhe uma boca banguela
E eu, menos a conhecera, mais a amara?
Sou cego de tanto vê-la, de tanto tê-la estrela
O que é uma coisa bela?
O amor é cego
Ray Charles é cego
Stevie Wonder é cego
E o albino Hermeto não enxerga mesmo muito bem
Uma baleia, uma telenovela, um alaúde, um trem?
Uma arara?
Mas era ao mesmo tempo bela e banguela a Guanabara
Em que se passara passa passará um raro pesadelo
Que aqui começo a contruir sempre buscando o belo e o Amaro
Eu não sonhei:
A praia de Botafogo era uma esteira rolante de areia branca e óleo diesel
Sob meus tênis
E o Pão de Açúcar menos óbvio possível
À minha frente
Um Pão de Açúcar com umas arestas insuspeitadas
À áspera luz laranja contra a quase não luz, quase não púrpura
Do branco das areias e das espumas
Que era tudo quanto havia então de aurora
Estão às minhas costas um velho com cabelos nas narinas
E uma menina ainda adolescente e muito linda
Não olho pra trás mas sei de tudo
Cego às avessas, como nos sonhos, vejo o que desejo
Mas eu não desejo ver o terno negro do velho
Nem os dentes quase-não-púrpura da menina
(Pense Seurat e pense impressionista
Essa coisa da luz nos brancos dente e onda
Mas não pense surrealista que é outra onda)
E ouço as vozes
Os dois me dizem
Num duplo som
Como que sampleados num Sinclavier:
"É chegada a hora da reeducação de alguém
Do Pai, do Filho, do Espírito Santo, amém
O certo é louco tomar eletrochoque
O certo é saber que o certo é certo
O macho adulto branco sempre no comando
E o resto ao resto, o sexo é o corte, o sexo
Reconhecer o valor necessário do ato hipócrita
Riscar os índios, nada esperar dos pretos"
E eu, menos estrangeiro no lugar que no momento
Sigo mais sozinho caminhando contar o vento
E entendo o centro do que estão dizendo
Aquele cara e aquela:
É um desmascaro
Singelo grito:
"O rei está nu"
Mas eu desperto porque tudo cala frente ao fato de que o rei é mais bonito nu
E eu vou e amo o azul, o púrpura e o amarelo
E entre o meu ir e o do sol, um aro, um elo
("Some may like a soft brazilian singer
But I've given up all attempts at perfection")

© Editora Gapa
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Ficha técnica da faixa

guitarra: Arto Lindsay
teclado: Peter Sherer
percussão e voz: Naná Vasconcelos
bateria: Tony Lewis
guitarra: Bill Frisell

sabado, 5 e trinta da manha...

desperto lentamente era dia de ir ao porto buscra um peixinho a casa da mae e passar pelo simao e traze-lo a amarante para almoço em familia. Nao poderia ser muito mais q isto já que o trabalho para exames nao lhe dá para mais.
Levadinho e com gasoleo no deposito faço a viagem com muito cuidado, apesar do transito se5r pouco a estrada estava escorregadia e a persistente chuvinha bate-me na testa ainda mao acordada.Tal como previsto chego à praia as 8:30 ,olá olá beijinhos como estão,tenho de ir buscar o simao mais a roupaa passa para cá o peixinho,trazes cargas geleiras? leva mais este frango deixa-o no miúdo q bem precisa, adeus-adeus, olha uma uma notinha-novinha manda a avó.
DE volta à estrada, rumo oa Porto toco,eu subo tenho coisas para ti. Vinte minutos mais tarde la vamos de regresso à terrinha a chuva persiste, a Mae espera enquanto desfiam peças de roupa a passar, que ele ainda nao o consegue fazer adequadamente e alem do mais está-se a borrifar para o engomado.
Chegados, namorada para um lado ate logo, encontramos-nos depois "mon amour"...
Olá Mae, saudades,como tas? fiz mais uma,tenho-me tratado bem, fomos aqui ali etc..
E para almoçar se fossemos ao Belos Ares simpatico, acolhedor sp podíamos estar mais disponíveis? Traz os comprimidos. Mais umas curvas e já lá estamos sentados,malditos dentes,tenho d pedir algo macio.
Tava bom sim, até à próxima vamos q ainda tenho roupa para preparar e tu vais mesmo de volta hoje?tem de ser amanha quero acordar ja em casa pronto a trabalhar. Sabes q esta semana respondi a um concurso na faculdade e ganhei dois bilhetes para o jogo no dragão contra o Paços de Ferreira? mas sao lugares fracos à frente das claques pode ser perigoso ainda mandam com peças e fica muito perto da baliza! oó mas isso é um desperdício...sp ha o cheiro a cor as pessoas todas juntas o cheiro da relva??! pq nao vamos? eu tenho de voltar ao ikea buscar mais um candeeiro q ame levou o outro para atelier, e preciso procurar um livro na Bertrand sempre podíamos ir, estudavas de manha... Três horas vamos indo pai eu acompanho-te!
A Filipa tb vem, estrada fora mais devagar a chuva persiste...
Deixamos as coisas dela no andar com ela a estudar anatomia e lá fomos para romaria Matosinhos... milhares e candeeiro era o ultimo,pira-te ! nao levas aqueles copos são giros,traz e foge...chuva ,transito, vamos ja para as antas, compramos gabardina de plástico, procuramos o livro e vamos ao jogo!!
Carro parado no andar , vamos a pé pai,é melhor! Devagar simao que o pai cansa-se, chegados a um mar de gente ao dragão, entro no shopping quente, húmido..sinto calafrios...desço à Bertrand entro e uma baforada tira-me o apetite de livros as letras sao todas pequenas o papel pardacento, não te apetece comer? vemos o jogo tomamos algo depois e logo se vê o livro...sinto aperto no coração e um nó na garganta...uma dor intensa nas costelas reminiscências das fracturas nao me deixa respirar satisfatoriamente... sinto um quente frio no peito,abrando o passo e recorro a um comprimido SOS sublingual...ele olha-me cheio de amor e~eu agarro-lhe a mão quentinha..saímos do mar de gente preciso respirar e sinto o veneno a encher-me o peito..a dor passa mas o coração bate mais devagar,o sangue chega mas devagarinho.... a noite iluminada pela chuva que persiste mistura-se com gente de todos os lados... hesito,paro. Tenho de ser visto.ele pergunta tem a certeza que queres entrar? penso q pode haver ali alguma ajuda medica,tenho d medir tensoes...
Ali ali alguém pode ajudar,deite-se q sente? a medica ja ai vem..de-me agua sff, temos de o tranferir para o hospital do estádio,nao se mexa...ate lá vou eu escada acima todo ligado, tudo me olha incrédulo ...que pensarão? olho mais uma vez o simao que nao me larga o olhar e fecho as pálpebras...
Entao que aconteceu que toma desde quando sentiu isso de onde é ? eu tb sou de lá conhece o meu primo,e ele trabalhou na sua escola, conheço bem, fez muito esforço de uma só vez,assim não pode tem de pedir dr.pedro, ele opera-o à hernia e fica bom,faça exercício..olhe a vida olhe a vida...cuide-se...e vc é portista? nao? é o meu filho! esta´tudo bem,entre por ali, tome este valium, deveria ter sp disto,e se precisar estamos aqui...obrigado senhor doutor,então um dia acabo como muitos outros...

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

anda comigo ate ao chile...


San Rafael e Santa Rosa

só para quem tem "pasta"....


http://tv1.rtp.pt/programas-rtp/index.php?p_id=3110&e_id=14012010&c_id=2&dif=radio

Mathilde


Em outubro de 1850 Otto Wesendonck, um rico empresário, parceiro numa firma de seda de Nova Iorque, chegou a Zurique com sua jovem esposa Mathilde.[1] Wagner conheceu o casal, e se encantou com a jovem e bela Mathilde, sua sensibilidade poética e gosto pela música. Otto também era um homem de grande cultura e refinamento, e passou a ajudar Wagner de muitas maneiras, inclusive financeiramente.[12] Iniciou-se uma abundante troca de correspondência entre Wagner e os Wesendoncks. No mesmo ano são publicados os artigos Die Kunst und die Revolution em fevereiro e Das Judentum in der Musik[13] em setembro. Já no início do ano seguinte é publicado o artigo Oper und Drama[14], em que o compositor define a ópera como uma globalidade, e não somente música e teatro[15].
Em 1857 os Wesendoncks construíram uma mansão próxima ao lago de Zurique,[1] num lugar chamado "Montanha Verde". Em seus magníficos jardins foi construída uma segunda casa, que Mathilde batizou de Asyl (refúgio), que seria segundo ela "um verdadeiro refúgio de paz e amizade"; Otto propôs que Wagner fosse morar lá junto com Minna. Wagner aceitou o convite, agradecido; há muito tempo que ele estava à procura de um lugar isolado e calmo onde ele pudesse compor em paz. Minna cuidaria da casa, e a perspectiva de viver a poucos metros de distância da sua Musa encantava Wagner. Quanto à relação que existia entre Wagner e Mathilde, Otto sabia de tudo e não se importava. Só Minna não sabia de nada.
Entre novembro de 1857 e 1 de maio de 1858 Wagner compôs cinco canções para voz e piano sobre poemas de autoria de Mathilde, chamadas de Wesendonck Lieder, que foram orquestradas mais tarde. A paixão entre eles é clara no texto dessas canções. Nessa mesma época, Wagner interrompeu a composição de Siegfried (Das Rheingold e Die Walküre já haviam sido compostas) e começou a compor Tristan und Isolde. Wagner não voltaria a trabalhar no Anel por sete anos.
Todas as noites no Asyl havia serões filosófico-literário-musicais nos quais se discutia interminavelmente Schopenhauer, budismo, abstrações intelectuais e as bases filosóficas da arte. Minna também era convidada, mas era praticamente ignorada. Minna se sentia humilhada e insultada por essa mulher brilhante e atraente que toda manhã vinha conversar com seu marido, dirigindo a ela quando muito uma ou outra frase condescendente. Minna estava ciente de que sua própria beleza estava se esmaecendo, e tomava ópio e outras drogas para aliviar os sintomas de um mal cardíaco que a acometia. Wagner via sua relação com Mathilde como uma espécie de comunhão espiritual entre duas almas gêmeas que se entendiam perfeitamente e compartilhavam os mesmos ideais de arte e cultura.

veu diafono


Nascido em Lisboa, em 1972, Pedro Amaral é actualmente um dos compositores internacionalmente mais activos da sua geração.
Aluno de Cristopher Bochmann, termina o curso de composição na Escola Superior de Música de Lisboa, em 1994. No mesmo ano instala-se em Paris, ingressando no Conservatório Nacional Superior de Música (CNSM), onde estuda sob a orientação de Emmanuel Nunes. Conclui o curso em 1998, com a obtenção do Primeiro Prémio por unanimidade do júri.
Segue depois o curso anual de informática musical no IRCAM, compondo, nos estúdios daquele instituto, Transmutations, para piano e electrónica em tempo real, estreada em Paris e programada em numerosos países da Europa e do Oriente. Desde então, Pedro Amaral trabalha com regularidade no IRCAM, tendo ali realizado diversas obras, nomeadamente como Compositeur en Recherche (2003/2004).
Paralelamente, desenvolveu trabalhos teóricos que conduziram à defesa de uma tese de mestrado sobre Gruppen, de Stockhausen, seguida de uma tese de doutoramento, centrada na problemática da forma aberta e assentando numa ampla análise de Momente – tese que defendeu em Paris (2003), com as mais altas classificações universitárias, e sobre a qual declarou Stockhausen (in Le Monde de la Musique, Setembro/2003): “Trata-se de uma obra excelente, com a qual muito aprendi”.
Pedro Amaral estudou ainda direcção de orquestra com Emilio Pomárico e Peter Eötvös. Recentemente, dirigiu na Opera de Tóquio (Março/2005) a estreia japonesa da sua obra Organa e, em Lisboa, a estreia portuguesa de Hymnen mit Orchester, de Stockhausen, frente à Orquestra Sinfónica Juvenil.
Compositor residente na Villa Medici em 2004/05 (o outrora denominado Prix de Rome), Pedro Amaral tem colaborado com numerosas formações, entre as quais a Orquestra Gulbenkian, Orquestra Sinfónica Portuguesa, o Ensemble Intecontemporain, Quatuor Parisii (Paris), Ensemble Recherche (Freiburg), musikFabrik (Colónia), Remix Ensemble, Grupo de Música Contemporânea de Lisboa, Coro Voces Coelestes, London Sinfonietta, bem como com grandes solistas como Christophe Desjardins, Pascal Gallois, Pedro Carneiro…
Na temporada (2005/06) destacam-se concertos monográficos em Itália (Roma e Nápoles); as estreias de Lenzi em Florença e Paraphrase em Londres e Lisboa (London Sinfonietta/Peter Eötvös); a estreia de Luminescences, para viola e ensamble em Lyon e Genève (retomada depois, ao longo do ano, em Cracóvia, Estrasburgo, Paris...). Como maestro, destacam-se ainda, em Lisboa, a direcção de uma série de “óperas curtas”, de jovens compositores, e a estreia sul-americana de Hymnen mit Orchester, frente à Orquestra Sinfónica Municipal de São Paulo.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

quarta-feira, 13 de janeiro de 2010

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

domingo, 10 de janeiro de 2010

inocentes?

contas de merceeiro??


O secretário de Estado do Emprego, Valter Lemos, desdramatiza os dados do Eurostat, segundo os quais a taxa de desemprego em Portugal subiu para 10,3% em Novembro. «Em Outubro éramos o sexto país com o desemprego mais elevado, passámos para oitavo e, portanto esta descida para dois pontos percentuais significa que nós evoluímos de acordo com a média dos países que pioram».