quarta-feira, 2 de dezembro de 2009


Agora sabia-a em VR, voava a VR, e não a via também.
Ela cruzava-o uma tarde, bela como uma deusa tansviada no sapal,
deixava-lhe cair na alma por acaso um dos seus olhares gregos, e
desaparecia, evaporava-se, como se tivesse realmente remontado
ao Eden, de ora em diante invisível e sobrenatural...

1 comentário:

azulinho disse...

ahahha, espera por mim... estou quase a entrar